Museu Mateo Hernández

No séc. XVI, existia neste local uma das igrejas de Béjar, que passou a funcionar como Escola, e posteriormente como Câmara Municipal. Só em 1980 é inaugurado o atual Museu em homenagem ao grande escultor bejarano, Mateo Hernández, conhecido mundialmente. 

Neste espaço encontram-se cerca de meia centena de peças realizadas na época em que esteve em Paris (1913) onde se destacou pelas suas obras, e onde sempre viveu até à sua morte, em 1949.

Durante os seus primeiros anos em Paris, os seus trabalhos eram exclusivamente animalistas, dedicando-se à representação, em tamanho real, de figuras de animais, a grande maioria esculpidas diretamente em pedras de grande dureza. 

Só em 1921, começa a incluir peças baseadas no modelo humano, onde se destaque a magnífica escultura de "La Bañista". 

Considerado um dos melhores escultores animalistas do séc. XX, foi premiado em diversas ocasiões e as suas peças viajaram pelo mundo em várias exposições temporários, tendo alcançado tal interesse a nível internacional, que algumas das suas peças encontram-se atualmente expostas em Museus de renome mundial, como no Metropolitan Museum, em Nova Iorque, onde se pode ver a Pantera Negra uma das obras mais famosas deste escultor.